Tradicionalmente os cem dias de um governo é simbólico! É o tempo que ele tem para, somado aos outros sessenta, desde sua eleição, apresentar os seus projetos e navegar no apoio da maioria que o colocou no exercício do mandato.

Ao analisarmos estes dias do governo central nos deparamos com a toada de uma nota só: a reforma da previdência. O que parece muito pouco, pois sobre isso parece e parecia já haver um consenso. A reforma é necessária, sendo passiva tão somente a discussão se deveria começar deste modo ou de outro, mas parece que se embocou pela preferência de se penalizar primeiramente os mais pobres.

Para além disso, sabemos que a reforma da previdência é um remédio para o país parar de piorar, e não uma solução em si mesma. Prova é que amargaremos mais um ano de crescimento insuficiente para solucionar a crise do desemprego e o déficit nas contas públicas. Fora os raciocínios estapafúrdios e extemporâneos, que nem mesmo devem ser chamados de ideias; podemos dizer que já ultrapassamos os cem dias de mandato sem ideia nenhuma! Quem sabe elas estejam ocultas na genialidade de algum membro do governo?

Prof. Dr. Lindomar Rocha

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