No dia 10 de outubro houve o seminário de pesquisa do Prof. Vinícius Bonfim denominado Educação Intercultural e Diálogos Periféricos. No evento também participaram o Professor Adalberto Arcelo e a Mestranda Mariana de Sá para o lançamento do livro Interculturalidade, Poder e Direitos. Na pesquisa, financiada pela FAP, houve uma preocupação fundamental com a pedagogia e outras linguagens que são utilizadas no interior da instituição “escola” para reforçar os processos de dominação e subalternização das identidades periféricas.

Assim, a partir da decolonialidade do poder, diagnosticou-se a necessidade de rompimento de barreiras e obstáculos ao acesso à justiça e efetividade dos direitos humanos. A precarização das instituições de ensino público fundamental apontam para a necessidade de um estudo transdisciplinar sobre qual é o papel da educação em direitos e, assim, para diminuir o abismo das desigualdades sociais, como ela pode ser implementada sem ser uma educação operária e burocrática, diga-se, instrumental.

A discussão realizada foi a respeito das estratégias subliminares de dominação a partir do dispositivo escolar na educação e como se pode pensar em contra-dispositivos na escola para a libertação escolar. A liberdade é uma condição para a democracia e, consequentemente, não se pode conceber uma pessoa mais livre que outra, uma vez que o princípio da igualdade é tão precioso para a república e para a cidadania.

 

 

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